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VISITANTES MANIFESTAM INTERESSE PELA MARCA IIAM NA FACIM 2026

Por: Roseiro Moreira e Rousseau Bila

O Instituto de Investigação Agrária de Moçambique (IIAM) registou, até ao final do terceiro dia da 61.ª Edição da FACIM 2026, uma afluência significativa de visitantes ao seu Stand, inserido no Pavilhão do Ministério da Agricultura, Ambiente e Pescas (MAAP). Cada vez mais pessoas interessadas em conhecer os serviços e produtos tanto como resultados e tecnologias da instituição têm escalado o espaço de exposição reservado ao IIAM. Pouco mais de 350 pessoas ter-se-ão detido por instantes de apreciação, interacção, aprendizado ou simples observação curiosa no Stand do IIAM, desde o início da FACIM 2026, na última segunda-feira, 31 de Agosto.

Tal como no dia do arranque, ao longo do segundo e terceiro dias, dezenas de pessoas de diferentes sectores da sociedade moçambicana e de outras nacionalidades passaram pelo espaço do IIAM na FACIM 2026. Trata-se de indivíduos em busca de informações sobre as actividades de investigação agrária e as soluções desenvolvidas pela instituição atinente nacional, para responder aos desafios de desenvolvimento, visando contribuir para o desiderato da independência económica de Moçambique, por todos almejada.

Na exposição, está patente parte de diversos resultados da pesquisa desenvolvida por investigadores e técnicos do IIAM, Instituto Público, incluindo tecnologias, inovações e produtos destinados a contribuir para o aumento da produção agrária, alavancada por princípios de sustentabilidade ambiental. Entre os produtos e serviços que mais têm despertado a curiosidade dos visitantes destacam-se as vacinas para frangos e bovinos, com vários participantes a procurarem saber como funcionam, se estão disponíveis para venda e quais os respectivos preços. Sementes e mudas também corporizam os produtos mais procurados. Os visitantes têm, por exemplo, solicitado informações sobre os locais onde podem adquirir mudas de bananeiras, bem como sementes de culturas como amendoim, milho e arroz. Quadros da Divisão de Agronomia e Recursos Naturais e da Divisão de Ciências Animais, destacados para a permanência no Stand do IIAM, têm prontamente exclarecido que os interessados poderão obter informações mais detalhadas sobre estes e outros produtos na sede do IIAM em Maputo, nas suas Delegações Regionais ou nas diferentes unidades experimentais expalhadas pelo país, entre Estações Agrárias, Estações Zootécnicas, Postos Agronómicos, Centros de Pesquisa, Laboratórios e Campos de Ensaios e ou Experimentação.

Para além de produtos e materiais físicos está activa na amostragem do IIAM na FACIM 2026, a componente audiovisual de divulgação das realizações da instituição. Com efeito, vídeos explicativos complementam a exposição do IIAM. Esta componente audiovisual pretende aproximar a ciência à sociedade, através das Tecnologias de Informação e Comunicação, mostrando também por essa via, como a investigação agrária pode contribuir para responder às necessidades dos produtores e dos diferentes intervenientes nas cadeias de valor agrícolas, pecuárias e florestais.

Alguns visitantes têm manifestado satisfação pela oportunidade de conhecer mais de perto o trabalho desenvolvido pela instituição que floresce ano após ano sob a marca IIAM, agora Instituto Público. Outros têm afirmado que pretendem visitar o próprio IIAM, em campo real, com o objectivo de aprofundar os seus conhecimentos sobre investigação agrária, tecnologias, produtos e serviços disponíveis porquanto a presença na FACIM 2026 os impressiona e impulsiona a saber mais dessa marca nacional de investigação agrária.

Falando a propósito da presença da instituição na FACIM 2026 e do interesse público que tal capulta, o Director-Geral do IIAM, Emílio Tostão referiu esta quarta-feira (3 de Setembro) no local que:

“o Instituto de Investigação Agrária de Moçambique é um Instituto Público, e esta feira também é do intetesse público. Nós estamos aqui para fazer a nossa prestação de contas. Trazemos para esta feira uma amostra que representa bem o que é o nosso ‘core business (sementes, cesta básica, emergência, vacinas)”. Para o dirigente do IIAM tudo isso contribui para a prestação de contas, uma vez que na sua conjectura “estamos a dizer à sociedade que estamos prontos para apoiar as políticas do governo, estamos prontos para apoiar os pequenos produtores, estamos prontos para apoiar os produtores privados naquilo que é a sua função, que é produzir comida para Moçambique”. (Imagens: Marcos Niuaia/IIAM-Sede)

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